O nome do blog é retirado de uma estrofe do Hino da Madeira, o que indicia, desde logo, a minha matriz política de origem madeirense.

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Quarta-feira, 24 de Outubro de 2012

UMA QUESTÃO DE LEALDADE

Publicado na edição do Jornal da Madeira de 23 de Outubro de 2012

 

       1.       O PARTIDO DA AUTONOMIA

 

O que os madeirenses e porto-santenses conseguiram durante o período em que têm beneficiado da autonomia política deve-se fundamentalmente a três factores: uma liderança política forte e esclarecida; estabilidade governativa; apoio maioritário de um partido político unido e mobilizado. A estes três factores devem juntar-se, por um lado, o trabalho, o espírito de sacrifício e a generosidade do Povo Madeirense, e, por outro, a arreigada consciência autonómica dos que dirigiram os destinos da nossa Região ao longo das últimas quatro décadas. As dificuldades do presente não devem ensombrar a obra feita, razão de orgulho para todos os madeirenses que amam a sua Terra, residentes e não residentes, nem podem pôr em causa a visão e o mérito daqueles que a levaram a cabo. Do ponto de vista político, é inquestionável o papel que, na doutrina e na acção, tem sido desempenhado pelo PPD/PSD Madeira e que lhe confere jus à designação de Partido da Autonomia.

 

 

       2.       NA POLÍTICA HÁ GRATIDÃO: A VIRTUDE NÃO É CINDÍVEL

 

Está generalizada a ideia de que em política não há gratidão. Discordo. A gratidão é uma virtude, é um imperativo ético, e, como tal, é incindível. Quando merecida, deve sempre manifestar-se. Assim, também na política.

 

É verdade que quem está honestamente na política, tudo o que faz, é com espírito de serviço e por amor ao seu País ou à sua Região, ao seu concelho ou à sua freguesia, e não na mira de benesses, vantagens pessoais, recompensas ou agradecimentos. Mas os que beneficiam do seu trabalho, realizado com competência, dedicação e desprendimento, só se enobrecem se manifestarem reconhecimento e gratidão.

 

 

        3.       RESPONSABILIDADE PERANTE O FUTURO

 

A Madeira enfrenta hoje uma das mais graves crises da sua História. Trata-se de uma crise profunda, com causas endógenas e exógenas, em que cada um de nós, político ou não, tem a sua quota-parte de responsabilidade. A superação dessa crise precisa do trabalho e empenhamento de todos, do maior denominador comum. Não se compadece, antes se agrava, com divisões, jogos de poder ou egoísmos pessoais. Não se trata de negar o direito à diferença, nem muito menos, de pôr em causa a legitimidade da expressão democrática e livre das convicções e opções individuais. Tudo isso está salvaguardado. Mas numa situação de emergência nacional e regional, perante os desafios e dificuldades que temos pela frente, a única atitude responsável é manter a estabilidade política e remarmos todos no mesmo sentido.   

 

 

       4.       A LEALDADE NÃO É GRADUÁVEL

 

A tudo quanto antecede, acrescento, agora numa óptica subjectiva, que nas relações pessoais entre aqueles que estão irmanados no mesmo projecto político e que comungam dos mesmos princípios e valores, há uma questão essencial. É a questão da lealdade. E aqui não há graduação possível. A lealdade ou é a cem por cento ou então não existe. Por mim, quando não estiver em condições de me manter fiel ao ideário da social-democracia e quando sentir que está quebrada a lealdade para com quem confiou em mim e nunca me retirou a sua confiança, só há uma atitude possível: resignar.

publicado por domaràserra às 11:45
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