O nome do blog é retirado de uma estrofe do Hino da Madeira, o que indicia, desde logo, a minha matriz política de origem madeirense.

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Sexta-feira, 10 de Março de 2017

PARA ONDE NOS LEVA O GOVERNO DO BLOCO DE ESQUERDA?

Artigo de opinião publicado na edição do JM de 03 de Março de 2017

 

As ideologias, que se sobrepõem à liberdade individual e negam a relevância da Moral e da Ética, mais não são do que o fundamento de regimes totalitários e desumanos. O que na última década vem acontecendo em Portugal é prova disso, agravado pelo facto de hoje Portugal ser (des)governado por um executivo do Partido Socialista, liderado pelo Bloco de Esquerda. Quem conhece minimamente a ideologia dos partidos de extrema esquerda e dos que se inspiram nas cartilhas do comunismo e do socialismo não democrático sabe que a pedra de toque da sua existência e sobrevivência é a obediência cega às respectivas ideologias. Estas justificam tudo, incluindo a supressão da liberdade e até a eliminação física dos seus seguidores, em caso de divergências internas. Por um negro golpe de mágica, arquitectado com base em pura ambição pessoal de poder, Portugal está hoje nas mãos de comunistas e bloquistas. A agenda fracturante de esquerda, pela mão de socialistas, com José Sócrates à cabeça, de comunistas e sobretudo de bloquistas, tem sido cumprida de forma persistente, metódica e ditatorial, nas costas dos portugueses, que nunca tiveram oportunidade de tomar posição sobre os itens de tal agenda, quer em eleições legislativas, quer em referendo, salvo o caso da liberalização do aborto, que não tendo passado em referendo, veio a ser viabilizada pelos partidos de esquerda no Parlamento. Já tomei posição, a seu tempo, sobre essa agenda, por isso, agora, não voltarei às gravíssimas e irresponsáveis soluções legislativas que têm sido aprovadas em matéria de costumes e que têm tido um efeito devastador sobre instituições básicas da nossa sociedade. E já aí vem a caminho a eutanásia…

O Partido Socialista, ao arrepio das suas linhas programáticas e da sua prática política, continua a “pôr o socialismo na gaveta” e apenas luta pela sua manutenção no poder, já que só isto lhe interessa. Aproveitando-se de terem os socialistas na mão, comunistas e bloquistas vão impondo as suas agendas partidárias e, assim, procurando engordar a sua base eleitoral. Recordo o que se passou com o ensino particular e cooperativo e chamo a atenção do leitor para o que se prepara em matéria de cuidados de saúde e de apoios sociais levados a cabo por entidades privadas. Por via da asfixia financeira, bloquistas e comunistas querem levar a cabo o seu desígnio ideológico de estatizar o mais possível a saúde e os mecanismos privados de solidariedade social. Os casos de privatizações levadas a cabo pelo governo anterior (TAP, transportes públicos, etc.) com vista a reduzir o peso do Estado na economia e a aliviar a brutal carga de impostos que pesa sobre pessoas singulares e empresas, todos esses casos foram revertidos para a esfera pública, por imposição dos partidos de extrema-esquerda que integram o governo da geringonça, com o beneplácito e o entusiasmo dos socialistas no poder.

Para além do elevado custo dessas reversões, a ser suportado pelos portugueses, a opção ideológica dos partidos de esquerda em matéria de saúde e segurança social visa, ainda, dificultar ao máximo a acção das misericórdias e das instituições privadas de solidariedade social e acabar com as parcerias público-privadas na área da saúde, tal como aconteceu com o ensino particular e cooperativo, e isto perante a passividade cúmplice e interesseira do Partido Socialista. E o mais caricato é que tudo isto é feito em nome da Constituição da República, que, ao invés do que faz o governo, expressamente consagra os direitos à liberdade de ensino, à liberdade religiosa e à livre iniciativa.

publicado por domaràserra às 12:09
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